Existirá, um dia, escritórios sem papel?

Existirá um dia escritórios sem papel?

O papel e as impressões ainda são uma realidade nos locais de trabalho.

A expressão “escritórios sem papel” foi vista pela primeira vez em 1975 em um artigo da revista norte-americana Business Week. 

O artigo, escrito por um analista da Arthur D. Little Inc., dizia que o tempo para que a expressão se tornasse realidade era algo em torno de 10 anos. E que na década de 90 o papel estaria praticamente morto.

Houve uma grande redução de uso do papel com a chegada das tecnologias e todo o suporte que elas dão no dia a dia de empresas e escritórios, mas o fim do uso do papel ainda é algo que a futurologia (ciência que que busca conhecer e compreender um pouco a mais do comportamento da sociedade e antecipa mudanças) não conseguiu concretizar.

Ao longo dos anos nos habituamos ao papel e a usabilidade que ele nos dá, por incrível que pareça o papel também já foi um dia uma tecnologia (hoje já não mais), com baixo custo, durabilidade e portabilidade.

“A tecnologia só é tecnologia para quem nasceu antes dela ter sido inventada.”  Alan Kay

Com a descomplicação do uso de impressoras o papel ganhou mais palco e se tornou o protagonista das corporações, hoje talvez ele não é mais visto assim, pois toda a questão ambiental e de sustentabilidade transformaram o papel em vilão.  

Tendo esta facilidade das impressoras e a disponibilidade de impressão em cores e diversos formatos o não uso deste recurso é muito difícil de se realizar.

Economizar é necessário, diminuir o volume impressão contribuirá, com certeza, para o bem do planeta. 

Se existirá, um dia, escritórios sem papel? Pode ser que sim, mas este fim não está tão próximo.

Originalmente produzido pela PrintWayy e publicado na revista Reciclamais – versão impressa, edição n. 191, dezembro/2017.