Sustentabilidade disruptiva

Imagem de um quadro de emergência, dentro dele o globo terrestre. Simboliza a sustentabilidade disruptiva.

Se novos modelos socioeconômico estão sendo desenvolvidos e, se há a criação disruptiva e possibilidades intermináveis de gerar novos negócios (produtos e serviços) como estamos vendo, o outro lado da moeda, em contradição a este crescimento e desenvolvimento, ganha marcas negativas profundas e que não são rapidamente solucionadas.

Se o lado cara da moeda é o da economia, o lado coroa é o ambiente que lhe dá suporte. De um lado temos a evolução da sociedade e do outro a destruição do meio ambiente.

O Brasil tem vivido um triste e trágico momento ambiental. Acredita-se que é de senso comum que há uma necessidade de resguardar-nos aos recursos naturais e o seu meio, que é preciso criar um modelo evolutivo racional para toda a sociedade. 

Para que a nossa natureza possa sobreviver e se regenerar, nós precisamos estar conscientes disto e proporcionar uma vida em equilíbrio. 

Apenas balançar a cabeça e concordar com estas e outras frases em prol da diminuição dos impactos (negativos) humanos à Terra não vai fazer a temperatura global voltar a sua estabilidade; também não vai diminuir o degelo das calotas polares; não vai cessar a emissão de gases poluentes. Somente concordar não vai recuperar o lugar em que a nossa e muitas outras espécies vivem. 

Os números não negam: segundo o último relatório do U.S. Global Change, a temperatura média anual da Terra aumentou mais de 1,5° nas últimas três décadas. Outro estudo, realizado pelo United States Environmental Protection Agency, aponta a emissão de gases (que também cresceu mais nesse período do que nos últimos 800.000 anos) como um das principais causas do problema.

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De acordo com dados do Global Forest Watch, o Brasil liderou o ranking mundial de desmatamento em 2018, chegando a perder uma área equivalente ao território da Bélgica. Medidas de proteção à mata nativa poderiam gerar um aumento de 12% no armazenamento de carbono pela floresta. 

Fonte: HSM

A crise ambiental em cifras

Dados segundo pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) que radiografou os principais problemas ambientais do planeta – Relatório Perspectivas para o Meio Ambiente Mundial (GEO, na sigla em inglês), conforme divulgação do jornal El País.

🏴‍☠️ Mudanças climáticas – Desde 1880 a temperatura média da superfície mundial aumentou entre 0,8 e 1,2 grau Celsius. Na última década foram constatados oito dos 10 anos mais quentes de que se tem registro. As emissões de gases do efeito estufa precisam ser reduzidas entre 40% e 70% entre 2010 e 2050 para se cumprir o Acordo de Paris e se evitar os piores efeitos das alterações climáticas.

Poluição do ar – Esta poluição causa entre seis e sete milhões de mortes prematuras por ano. No total, 95% da população do planeta reside em áreas com níveis de partículas finas superiores às recomendadas pela OMS.

🏴‍☠️ Biodiversidade – As áreas protegidas não chegam a 15% dos habitats terrestres e 16% das zonas costeiras e marinhas. Estão em risco de extinção 42% dos invertebrados terrestres, 34% dos invertebrados de água doce e 25% dos invertebrados marinhos.

Oceanos – A estimativa é que 50% da Grande Barreira de Corais, na Austrália, esteja prejudicada pelo aumento das temperaturas, enquanto os manguezais perderam entre 20% e 35% de sua área de distribuição desde 1980. Todos os anos, oito milhões de toneladas de plástico acabam nos oceanos.

Conforme a matéria “As mudanças sem precedentes necessárias para evitar uma catástrofe ambiental global” do jornal El País a humanidade não está a caminho de cumprir as metas estabelecidas para 2030 e 2050 nos diversos acordos internacionais sobre mudança climática, desenvolvimento sustentável e proteção ambiental.

Segundo o relatório da ONU:

Medidas urgentes são necessárias agora – o estado geral do meio ambiente continuou a se deteriorar em todo o mundo. É necessário adotar medidas urgentes em uma escala sem precedentes para deter e reverter essa situação e, assim, proteger a saúde humana e ambiental.

E o que eu a minha empresa temos a ver com isso?

A sustentabilidade corporativa já deixou de ser uma tendência, agora ela é algo obrigatório para empresas, sejam elas pequenas, médias, grandes, startups ou gigantescas.

Vale aqui relembrarmos que a sustentabilidade corporativa vai muito mais do que o cuidado e a preocupação com a natureza.

Para ser socialmente responsável a corporação deve estar alinhada com os três pilares da sustentabilidade corporativa, que são: desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. 

🙋‍♀️🙋‍♂️Desenvolvimento social: pilar que se dedica ao cuidado com o capital humano da empresa, o qual envolve todos os stakeholders. Lembrando que as ações aqui desenvolvidas acabam influenciando direta ou indiretamente todas as pessoas relacionadas a cada stakeholders.

💰🖨 Desenvolvimento econômico: este pilar da sustentabilidade corporativa visa a aplicação de uma vida corporativa saudável – inclui-se aqui o bom relacionamento com os concorrentes do mercado, o trabalho justo e ético conforme a legislação. Além disso, sabe-se que hoje os consumidores já estão optando (entre os concorrentes) por empresas que se preocupam com a sustentabilidade, o que acaba gerando mais valor agregado à marca.

☘️♻️Proteção ambiental: é aqui que vem o cuidado com o meio ambiente. Atividades corretivas á maus hábitos até então praticados podem ser realizadas e, a criação de campanhas de conscientização. Buscar implementar alternativas mais limpas e que agridam menos meio ambiente.

Se você está pensando em como você pode colocar estes três pilares em prática, a gente separou algumas ideias que podem ser aplicadas. Olha só: 

Mão na massa – Algumas práticas de sustentabilidade empresarial

✔️ Avaliar a cadeia de fornecedores e optar por aqueles que também prezam estes pilares. 

👍 Educar os stakeholders promovendo a consciência da sustentabilidade.

✔️ Destinar corretamente rejeitos e resíduos sólidos incluindo o lixo eletrônico.

👍 Usar equipamentos ecoeficientes.

✔️ Substituir equipamentos obsoletos por modelos com mais eficientes.

👍 Realizar a manutenção dos equipamentos.

✔️ Otimizar o uso de insumos e suprimentos.

👍 Desligar os equipamentos quando não estiverem em uso.

✔️ Reutilizar a água sempre que possível.

👍 Valorizar o uso de luz natural, evitando o desperdício de energia elétrica.

✔️ Adotar a iluminação com lâmpadas de LED.

👍 Estimular o uso transporte coletivo e caronas.

✔️ Respeito à diversidade cultural, opção sexual, raça, etnia e religião do colaborador.

👍 Implementar programas de reciclagem.

✔️ Fazer o uso consciente dos recursos naturais.

👍 Reduzir o uso de embalagens.

✔️ Desenvolver programas sociais internos e externos.

👍 Preocupar-se em manter os salários justos e pagos em dia.

✔️ Cuidar da segurança e da saúde dos funcionários durante a jornada de trabalho e fora do ambiente corporativo.

Lembrou de algum ponto que não está na lista acima? Escreva nos comentários e conte como é trabalhado os três pilares da sustentabilidade corporativa em seu outsourcing de impressão.

Seja um embaixador da sustentabilidade e dissemine boas práticas de impressão entre os seus clientes!

Infográfico cm dicas para impressão sustentável.