[CHECKLIST] Mapeamento do parque de impressão na prática

por | jul 13, 2026 | Outsourcing de Impressão

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Ilustração de vários formatos de impressoras uma ao lado da outra.

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Uma das partes mais complicadas de empreender é definir processos e segui-los à risca, muitas vezes você só quer ver sua empresa crescer e, na correria da rotina, acaba com planilhas vazias, sem compreender exatamente o que tem de patrimônio e no estoque, e o financeiro pedindo ajuda. 

Por conta disso, realizar o mapeamento do parque de impressão é uma etapa importante para evitar esses gargalos, levantando informações como a quantidade de máquinas, localização, volumes impressos, custos reais e comportamento dos usuários. 

A princípio, uma tarefa que parece bem burocrática, ganha a vez como um diagnóstico estratégico da sua operação.  

Vamos te mostrar o que avaliar em um mapeamento completo e trazer um checklist prático para realizar a auditoria na sua empresa. Vem comigo?  

O que torna o mapeamento do parque de impressão indispensável 

Em uma publicação do ano passado (2025), falamos no blog sobre revisitar processos para que o básico seja bem-feito, e o mapeamento precisa ser encarado dessa forma, pois não é algo que se faz apenas uma vez na operação e acabou por aí. 

Certamente a sua empresa hoje não é a mesma que no ano passado, as máquinas evoluem e chegam novas, um outro setor é iniciado ou cresce, colaboradores mudam de função, e o volume de documentos impressos aumenta.  

Alguma das ações que comentei aconteceu por aí, acertei? É por isso que o mapeamento é feito de maneira periódica, trazendo benefícios como:  

  • Redução de custos ocultos: os custos invisíveis que quase passam despercebidos, mas causam grandes impactos, podem ser menores com o mapeamento, pois ele gera previsibilidade quanto a áreas como o estoque.
  • Eficiência operacional: realizando o cruzamento de dados com o seu mapeamento e a demanda do cliente, você garante que as impressoras estejam empregadas nos lugares corretos. Uma máquina que imprime mais vai ao cliente que tem maior demanda e, uma menor, ao que imprime menos, evitando sobrecargas e paradas. 
  • Segurança da informação: as impressoras fazem parte da infraestrutura de TI e merecem a mesma atenção que todos os outros dispositivos conectados à rede. Com o mapeamento, verifica-se o firmware, configurações de segurança e conformidade com as políticas da empresa. 
  • Melhor gestão de suprimentos: um bom diagnóstico reduz as compras emergenciais, evita excesso de estoque e diminui o risco de interrupções por falta de suprimentos. 
  • Clientes mais satisfeitos: a organização dos processos da sua empresa reflete bem mais adiante – diretamente no cliente. Ele é beneficiado com uma excelente prestação de serviços, que mantém o serviço fluindo normalmente, sem paradas indesejáveis na impressão.  

Itens que devem ser avaliados em uma auditoria 

A realização da auditoria do seu parque vai muito além de apenas contar quantas máquinas fazem parte dele, pois um mapeamento estratégico não trata apenas do inventário físico. 

Um diagnóstico com insights reais de economia e performance exige atenção a detalhes como a idade dos equipamentos, volume de impressão, custo com suprimentos e manutenção, frequência de falhas e consumo de energia. 

Ainda, a gestão e o monitoramento também têm destaque, com foco nos níveis de suprimento, se há indicadores essenciais sendo acompanhados e a revisão constante para a busca de melhorias. 

Antes de traçar qualquer caminho para reduzir custos, modernizar equipamentos ou aumentar a segurança da informação, você precisa compreender onde se encontra. E mapear o parque serve para parar de tentar adivinhar os gastos e começar seu gerenciamento com base em dados reais. 

Checklist para mapeamento do parque de impressão 

1. Inventário
  • Quantas impressoras e multifuncionais a empresa possui?  
  • Onde cada equipamento está localizado?  
  • Qual a idade de cada equipamento?  
  • Os modelos ainda recebem suporte do fabricante?  
2. Uso
  • O volume mensal de impressão está adequado à capacidade do equipamento?  
  • Existem equipamentos subutilizados ou sobrecarregados?  
  • Os usuários utilizam a impressora mais adequada para cada tipo de trabalho? 
3. Custos
  • Qual é o custo médio por impressão?  
  • Quanto é gasto com suprimentos (toner, cilindro, papel)?  
  • Os gastos com manutenção estão aumentando?  
  • Existem custos recorrentes com equipamentos antigos? 
4. Desempenho
  • Há lentidão na impressão?  
  • As falhas e atolamentos são frequentes?  
  • O tempo de indisponibilidade impacta a rotina do cliente?  
5. Segurança
  • Os firmwares dos equipamentos são mantidos atualizados? 
  • Os equipamentos atendem aos requisitos de segurança exigidos pelo cliente? 
  • Existem equipamentos que precisam ser atualizados por questões de segurança ou conformidade?
6. Eficiência e sustentabilidade
  • O consumo de energia é compatível com tecnologias mais atuais?  
  • Há desperdício de papel ou impressões desnecessárias?  
  • Estão sendo evitadas as trocas prematuras de suprimentos? 
7. Gestão
  • Existe monitoramento do nível de suprimentos?  
  • A empresa está acompanhando os indicadores de impressão?  
  • O parque é revisado periodicamente para identificar oportunidades de melhoria? 

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Agora que você já sabe o que avaliar no seu parque de impressão, vale aprofundar alguns temas que fazem diferença na gestão da operação. 

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