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A Fala Playyer já se tornou uma seção fixa do blog e, até o momento, 14 playyers contaram suas experiências sobre participar do DreamTeam. Em continuidade a isso, o convidado de hoje também tem uma caminhada consolidada para dividir com a gente.
O Luis Fernando Schafaschek está no time desde 2014, em suas palavras, desde quando tudo era mato! Ele viu a empresa evoluir, participou de todas as fases e ocupou diferentes cargos, permitindo um ponto de vista amplo. Tudo que ele vivenciou está sendo revelado em nossa conversa, desde quando começou a trabalhar aqui, passando por situações que trouxeram orgulho, além das amizades que construiu nesse caminho.
Ainda, sobre o progresso da PW nestes 11 anos de empresa, ele destacou nossa forma de trabalhar e que pode servir de exemplo para os demais:
“[O que mais impressiona] É saber que a nossa forma de trabalhar e o engajamento de todos que estão e os que já passaram pela PrintWayy trouxeram resultados sensacionais e que, dentro de erros e acertos, o que fizemos pode servir como um grande exemplo para outras empresas.”
Esta é mais uma história que vai te mostrar um pouco mais de perto as pessoas que compõem nosso time. Se você é parceiro a bastante tempo, certamente já teve algum contato com o Luis, e a partir de agora, pode conhecê-lo um pouco mais, como profissional, pai e (recentemente) marceneiro.
Luis Fernando fala como cresceu junto ao DreamTeam
da PrintWayy desde o início
1. Oi Luis, é ótimo ter a sua presença novamente no blog. Sei que faz parte da PrintWayy desde o início, quando o time era composto por apenas três pessoas. Você poderia falar um pouco mais sobre o início, tanto da sua vida profissional, quanto do seu ingresso na empresa?
Luis Fernando: Opa! Muito obrigado pelo convite! Eu sou formado em Sistemas de Informação, pela Uniplac, e tenho uma pós-graduação em Engenharia de Software. Minha carreira na área começou lá em 2008, atuando com testes de software.
Aqui na PrintWayy eu iniciei quando tudo era mato, em 2014. Na época que entrei, faziam parte apenas o Max e o Hernani, fundadores da empresa. Eu já havia trabalhado com eles na NDD, e eles me convidaram para participar do time, inicialmente como analista de testes. Mas, com a empresa no início e uma equipe super reduzida, foram aparecendo outras demandas que fui abraçando também.
Minha principal atividade era na área de testes, mas com o tempo atuei bastante no suporte, fiz documentação do produto, meti a mão no código fonte do Dragon… até no marketing eu me arrisquei, fazendo os primeiros disparos de e-mail em massa para a base de clientes, com novidades do produto.
2. Você começou atuando principalmente como tester e suporte, passando pelo comercial e hoje coordena o time de desenvolvimento e produto – de que maneira todas essas transições aconteceram?
Luis Fernando: De início, preciso comentar que sou muito grato à PrintWayy por todas essas oportunidades. Elas trouxeram uma bagagem muito interessante para a minha carreira.
Como comentei antes, no começo da jornada da PrintWayy e, mesmo após alguns anos, a equipe era bem pequena, de forma que o que se tinha para fazer a gente ia abraçando e fazendo.
Como sempre estive disposto a contribuir com o necessário e a PrintWayy sendo um espaço que abre oportunidades e acredita na capacidade das pessoas, essas transições foram acontecendo de uma forma natural, eu diria.
O exemplo mais claro disso foi justamente na maior mudança para mim, que foi migrar da área técnica para a área de vendas – algo que eu sequer cogitava alguns anos antes.
Como eu tinha um conhecimento profundo sobre o funcionamento do sistema e já tinha passado por algumas capacitações em vendas lá no início da empresa, essa proposta acabou surgindo e eu embarquei na jornada.
Foi uma experiência muito legal, porque permitiu enriquecer o meu repertório e entender como funciona todo o processo, da concepção de uma ideia até a venda ao cliente.
Após alguns anos atuando no comercial apareceu a chance de voltar para a área de produto, dessa vez coordenando a equipe de desenvolvimento e produto, função que venho exercendo até o momento.
3. Olhando para o início da empresa, como era o clima e a estrutura naquela época, e o que mais te impressiona na evolução que aconteceu nesses 11 anos?
Luis Fernando: No começo, o time era pequeno e a estrutura era menor ainda, mas o clima era de vontade de fazer acontecer, de provar que poderíamos fazer diferente, que poderíamos impactar o nosso mercado. E no meio disso tudo, sempre esteve a parceria.
Acho que é esse o sentimento que sempre esteve presente, desde os primeiros dias. Todo mundo que entrava para o time logo percebia que poderia contar o restante da equipe e que todos estavam engajados na causa maior, que era fazer a PrintWayy crescer sem perder a sua essência.
O que mais impressiona é ver que aquela empresa que ficava dentro uma sala com capacidade (bem apertada) para apenas 3 pessoas evoluiu ao ponto de ter algumas centenas de clientes pelo Brasil, alguns outros espalhados em outros países e com funcionários também trabalhando em diferentes pontos do país.
É saber que a nossa forma de trabalhar e o engajamento de todos que estão e os que já passaram pela PrintWayy trouxeram resultados sensacionais e que, dentro de erros e acertos, o que fizemos pode servir como um grande exemplo para outras empresas.
4. Quais mudanças percebeu na cultura da empresa ao longo do tempo? Você acredita que se tornar GPTW agregou a isso?
Luis Fernando: Do meu ponto de vista, não houve grandes mudanças de cultura; o que aconteceu, com o tempo, foi uma consolidação de uma cultura que nasceu junto com a empresa. A essência esteve sempre lá e nunca se alterou.
Conquistar o selo GPTW foi apenas uma das consequências da nossa forma de trabalho e que ajudou a mostrar para o mercado que tínhamos uma forma diferente de trabalhar.
É claro que toda essa jornada da nossa cultura não é perfeita, tivemos vários desafios, mas no fim o saldo é muito positivo e, sem dúvidas, coloca a PrintWayy em um patamar elevado de ótimas empresas para se trabalhar.
5. Entre tantas vivências por aqui, há pessoas ou situações que marcaram sua jornada de forma especial?
Luis Fernando: Sobre pessoas, vou me abster de citar nomes, porque aí corro o risco de ser injusto ao deixar alguns de fora, já que seria uma lista longa.
Mas falo com muita verdade que todos com quem interagi, principalmente os de forma mais direta, deixaram sua marca. Todo mundo, sem exceções, deixa alguma coisa por onde passa e é capaz de ensinar algo.
Sobre situações, são várias… o primeiro contrato de cliente assinado (com direito a envio de contrato por correio) lá em 2014, as festas de fim de ano, e a primeira vez que conquistamos o selo GPTW, são momentos maiores e que merecem destaque.
A jornada até aqui foi construída de inúmeros momentos “menores”, mas que foram tão ou mais importantes que os que eu citei, e que me lembro com muito apreço. Alguns desses momentos cultivaram amizades que ultrapassaram os domínios da PrintWayy e duram até hoje.
6. O que mais te orgulha quando olha para a sua trajetória dentro da PrintWayy?
Luis Fernando: É saber que pude contribuir com o meu trabalho em praticamente todas as áreas da empresa, e que existem resquícios desses trabalhos até hoje em áreas que passei já tem um bom tempo.
7. Como tem sido para você equilibrar o papel de pai com a rotina profissional? A empresa ajuda de algum modo nesse processo?
Luis Fernando: Igual à maioria das pessoas com filhos: tentando equilibrar vários pratos, mas inevitavelmente, deixando alguns caírem no chão de vez em quando.
O fato é que a rotina de trabalho com jornada de horário flexível e o home office fazem bastante diferença. É isso que me permite encerrar meu trabalho por volta das 17h para buscar minha pequena na escola, por exemplo.
Ou, que eu saia mais cedo para acompanhar algum evento da escola, levá-la em alguma consulta, cuidar dela quanto está doente… enfim, são todas as situações que meu maior compromisso com a empresa é, apenas, avisar o restante do time que estarei ausente e que, assim que possível, responderei as mensagens que recebi.
E aí depois reponho as horas faltantes sem problemas ou cobranças da minha gestão. Isso traz uma tranquilidade muito grande, e é menos um “prato” que tenho que equilibrar nessa montanha russa chamada paternidade.
8. Indo além do seu trabalho no time – você confecciona variados artigos de madeira quando está fora das telas. Como o interesse nessa atividade surgiu?
Luis Fernando: Usando uma frase que anda meio na moda, para mim a marcenaria não é terapia, mas é terapêutico.
Eu sempre gostei de artigos em madeira maciça, de móveis a pequenos objetos, mas nunca tinha me aventurado a fazer nada do tipo, até o dia em que fui convocado pela minha esposa a fazer uma mesa com umas tábuas velhas que estavam paradas em casa.
Eu não tinha praticamente nada de ferramentas, mas aceitei o desafio… e não é que saiu uma mesa bem aceitável? Confesso que não foi difícil, mas produzir aquilo me deu muita satisfação.
Enquanto eu estava envolvido naquela atividade (e depois em todas as outras peças que fiz), eu estava focado somente naquilo, em como fazer para dar vida a uma ideia que estava somente na minha cabeça. E nisso, por algum tempo, eu acabo esquecendo de qualquer outra questão.
Então é uma forma de desligar um pouco da rotina, dos atropelos da vida. E, no final, depois de um tanto de poeira e serragem, se tudo der mais ou menos certo, surge uma nova peça que me traz satisfação por ter vencido o desafio e ter criado algo único.
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