
▶️ Clique no play e aproveite a versão em áudio deste conteúdo agora mesmo! Você também pode ouvir pelo Spotify, é só acessar pelo título do post aqui em baixo:
Quando se tem uma cultura people first, é fácil compreender quando as pessoas que já fizeram parte do time, retornam a ele. Esse é o caso da [Fala Playyer!] de hoje, onde conversamos com a Ana Luisa Vassoler, que é Consultora Comercial aqui na PrintWayy.
A Ana fez parte do DreamTeam em 2021 e, neste ano, voltou a integrar o time comercial, segundo ela: “A cultura da PrintWayy me encantou desde o primeiro dia de trabalho, realmente vivenciei na prática toda a teoria e isso é muito difícil acontecer de fato!”.
O orgulho em pertencer fez parte do nosso papo, mas não foi só isso – ela também nos contou de que maneira o remote first impacta na sua vida, destacou os efeitos da maternidade no âmbito profissional e detalhes sobre a vivência com diversos idiomas e culturas.
Bem, essa é apenas uma prévia de tudo o que você vai encontrar logo mais. A própria Ana participou da gravação do episódio em áudio, então, você pode seguir a leitura por aqui ou acessar para ouvir no Spotify (quem sabe acompanhar os dois? :). De qualquer forma, aproveite!
O comeback ao DreamTeam da Ana Luisa Vassoler, Consultora Comercial
1. Ana, estamos felizes por você participar dessa série! Queremos que todos te conheçam mais, então, pode começar dividindo detalhes da sua carreira e, como seu caminho se juntou ao da PrintWayy.
Ana Luisa: Muito obrigada pelo convite, estou feliz em participar! Poucos sabem que sou formada em Naturologia Aplicada pela Unisul há quase 17 anos e, na época, voltei a Lages para começar meus atendimentos.
Porém, após um ano mais ou menos, eu resolvi que queria iniciar em alguma outra área com carteira assinada. Assim, consegui uma vaga em uma empresa de telefonia, e neste mesmo período ingressei na faculdade de Psicologia, na Uniplac.
Tranquei a faculdade logo no segundo semestre, pois tinham aulas aos sábados e ficou inviável (como já tinha uma formação, priorizei o trabalho).
Após 2 anos, em um atendimento sobre internet móvel, me falaram: “gostei muito do seu atendimento, me passa teu telefone e nome aqui no folder, creio que onde eu trabalho tenha espaço para você”, aí eu perguntei: “onde você trabalha?” e ela me respondeu: “na NDD”.
Foi assim que fiz minha transição de carreira, logo na outra semana pedi desligamento, começando na vertical de impressão como assistente de vendas LATAM.
Aprendi bastante em pouco tempo com o gestor na época, participava das reuniões em espanhol, fazia aulas particulares da língua, me inteirei de todas as negociações e parceiros, CRM e gestão de carteira.
Com 5 meses de casa, o gerente a quem eu respondia saiu do cargo e eu assumi provisoriamente, já que estava por dentro de todos os processos e negociações. O temporário virou permanente e foram quase 7 anos abrindo mercado LATAM com viagens, muito network e negociações complexas.
Pausei a minha carreira, pois resolvi me dedicar em ser mãe e focar 100% nisso e, com o meu sonho virando realidade, minha Isis nasceu – foi assim que saí da NDD.
Esse hiato se estendeu um pouco, já que fui abençoada e engravidei novamente, após pouco mais de 2 anos e tive minha caçula Beatriz, que nasceu em meio a pandemia do COVID-19 (em 2020). Então, ao mesmo tempo que já ansiava voltar ao mercado de trabalho, não tinha muito o que fazer a não ser ficar em casa.
Porém, em 2021, recebi uma ligação do Hernani (na época, COO da PrintWayy) que eu nem sabia que precisava tanto receber e, após essa conversa e a experiência prévia que eu tinha, comecei minha jornada na PrintWayy com o super desafio de abrir do zero o mercado LATAM.
Foram praticamente 2 anos de muitos desafios e aprendizados e a melhor cultura empresarial. Quando eu saí, me recordo que me perguntaram: “se um dia te chamássemos, você voltaria?” e eu: “mas é claro que sim, mil vezes sim”.
Depois de quase 1 ano, iniciei na carreira de universidades, no mundo MEC e gestão de equipe como gestora de um Campus Universitário e, com quase 1 ano de casa, recebi novamente a ligação do Hernani e o resultado vocês já podem imaginar… eu voltei!
2. Você voltou a fazer parte do DreamTeam recentemente – o que esse retorno significou para ti?
Ana Luisa: Fiquei muito feliz, de verdade! Ter sido lembrada para retornar ao posto em outro timing meu e da empresa me fez relembrar toda trajetória e querer voltar.
A cultura da PrintWayy me encantou desde o primeiro dia de trabalho, realmente vivenciei na prática toda a teoria e isso é muito difícil acontecer de fato!
Humanizar os processos, ser remote first, me faz sentir valorizada e ter muito mais tempo de qualidade também com a família.
3. Que papel a cultura remote first da PrintWayy tem na conciliação entre a maternidade e a carreira?
Ana Luisa: Desde a minha primeira passagem pela PrintWayy o remote first foi um super diferencial, poder amamentar em livre demanda e conciliar assuntos pessoais e familiares por ter flexibilidade de horário.
O remote first é ter a possibilidade de cuidar de perto, ser abrigo quando uma de minhas filhas estão doentes, é maternar e trabalhar sendo feliz e produtiva nos dois âmbitos.
4. Ainda, a maternidade impactou a maneira que você enxerga sua vida profissional?
Ana Luisa: Com certeza, por mais que o cansaço da maternidade muitas vezes fale alto, é por ser mãe e ver minhas filhas crescerem que a motivação que muitas vezes está apagada, reacende.
Muitas mães têm o privilégio de poder ficar anos sem trabalhar “fora de casa” e/ou até não voltar, mas eu tenho essa necessidade, sabe? Eu gosto também de trabalhar, ter meu salário e poder prover para minhas filhas.
E elas vão crescendo, vivenciando e se espelhando, ser exemplo neste aspecto também vejo como muito importante para o desenvolvimento delas.
5. Qual foi o seu maior aprendizado tendo contato com clientes de outros países da América Latina?
Ana Luisa: Eu não imaginava que seria o espanhol o idioma que eu iria ter mais contato no dia a dia, e sim que seria o inglês que eu tinha estudado desde criança.
Foi o próprio idioma o meu maior desafio e aprendizado (além de conhecer novas culturas). Tive que aprender rápido, pois tem muita diferença nas pronúncias de uma mesma palavra dependendo do país, o sotaque muda e até palavras com escrita igual no português, porém com significados diferentes. As conjugações verbais no espanhol também são difíceis, na minha opinião.
Até hoje estou aprendendo e praticando uma fluência cada vez melhor, com menos sotaque “portunhol”, porém é o que eu penso: a comunicação tem que ser estabelecida de uma forma em que os dois lados entendam ao final de uma reunião o que foi explicado, apresentado e pontuado. Se no final esses pontos ficaram 100%, então o objetivo foi concluído.
A diferença de idioma pode sim ter seus obstáculos, mas não pode ser uma barreira.
6. Como você equilibra as diferenças linguísticas, especialmente no português e espanhol, no contato comercial com os clientes do exterior?
Ana Luisa: Sinceramente? Não me cobrando em saber tudo, até porque realmente eu não sei e ninguém sabe, então penso que posso não saber hoje mas amanhã já saberei.
É vivenciando o dia a dia, reunião por reunião, ligação por ligação, se eu não sei exatamente a palavra que quero usar, eu peço ajuda pra quem estou conversando, falo de uma outra forma para que ele entenda e acaba me ajudando, usando a palavra no contexto correto e bingo, acabo aprendendo e absorvendo.
E, é como eu disse logo acima, se no final ficar entendido 100%, então o objetivo foi cumprido mesmo com as diferenças linguísticas.
7. Qual a melhor forma de criar conexão e confiança com empresas parceiras que vivem outras culturas?
Ana Luisa: Eu costumo pesquisar sobre a empresa que estou prospectando para criar um rapport no primeiro contato, como quais fabricantes eles trabalham, quanto tempo estão no mercado, etc.
Algumas informações básicas do site e entregue durante a primeira conversa principalmente farão total diferença no desenvolvimento da negociação.
A escuta também é primordial, escutar mais e falar menos, entender as dores, fazer perguntas estratégicas, e com isso eu já consigo ir montando estratégias na minha cabeça, escrevendo pontos principais da fala do parceiro e aí vou “linkando” os temas e a conversa flui de uma maneira mais natural.
Tenho trocas de informações toda semana com SDR Brasil e vemos que nem sempre o que funciona de estratégia de SDR e vendas no Brasil irão funcionar com outros países, então a prática vai aguçando a minha percepção.
Tem países que não respondem muito a e-mail, outros preferem Facebook a Instagram… É importante também ler sobre o timing do país que estou prospectando tanto no âmbito econômico, político, social e cultural.
8. Para celebrar o Dia da Mulher neste ano de 2025, realizamos uma ação interna que repercutiu nos perfis da PrintWayy nas mídias sociais e, como você ingressou por aqui depois desse período, não teve a chance de responder – até agora! Nos conte onde você se reencontra com si mesma e renova as suas forças.
Ana Luisa: Muito importante renovar as forças e me reencontrar como mulher, ainda mais depois de ser mãe, inevitável deixarmos um pouco a mulher de lado e focar nos filhos, rotina da maternidade e família.
Eu gosto de me reencontrar até nas pequenas coisas, como fazer as unhas, ir ao salão às vezes fazer uma escova, comprar uma roupa nova.
Também preciso de um tempo sozinha, no silêncio, sem socializar e gosto de ficar vendo minhas séries, pedir uma comida especial para, como eu digo, desopilar!
Encontrar com as amigas para um bate papo, jantar, petiscos e drinks também sempre é uma ótima pedida.
⭐️ O hall da fama da [Fala Playyer!]
Já lançamos várias edições dessa série no blog, temos muito carinho por ela e o quanto demonstra as pessoas incríveis que pertencem ao time. Não vou guardar só pra mim, quero muito que você as conheça também!
Dá só uma olhada nas outras publicações:
- [Fala Playyer!] Betinho Colombo compartilha sua experiência de longa data no DreamTeam
- [Fala Playyer!] Os bastidores do Dossiê do Outsourcing de Impressão pela visão do Design Gráfico
- [Fala Playyer!] Do desenvolvimento de software à liderança técnica: a trajetória de um tech lead
- [Fala Playyer!] Tour pela Liderança de Comunicação e Marketing na PrintWayy
