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A algum tempo – pouco mais de um ano, para ser exata -, compartilhamos no blog a evolução das impressoras, com início lá em 1938 e chegando aos modelos como conhecemos atualmente.
Muita coisa mudou dos primórdios do processo xerográfico até chegarmos na impressão em nuvem, e tudo isso vem acompanhado do impacto ambiental da inovação tecnológica.
Hoje contamos com equipamentos mais rápidos, inteligentes e conectados, mas esse avanço também trouxe desafios relacionados ao consumo de recursos, descarte e sustentabilidade.
Desde 2018 alertamos por aqui sobre os problemas trazidos pelo lixo eletrônico, e é um tema que permanece em foco, sendo apenas um dos variados efeitos trazidos pela evolução.
Assim, compreender o quanto o meio ambiente está sendo afetado ajuda a ver como a inovação tecnológica e a sustentabilidade precisam caminhar juntas, na tentativa de coexistir e reverter (ou minimizar) os danos.
O crescente impacto ambiental da tecnologia
Conforme dados dispostos pela matéria “Os impactos ambientais da computação”, publicada pela Revista Pesquisa FAPESP em 2025, o setor da computação responde por pelo menos 1,7% de todas as emissões globais do efeito estufa.
No contexto da computação, as impressoras são classificadas como periféricos de saída, integrando o conjunto de hardwares responsáveis pela materialização de informações digitais.
Entre servidores, dispositivos eletrônicos e periféricos, a evolução tecnológica também intensificou alguns impactos ambientais importantes. Segundo a revista, os principais deles envolvem:
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Gasto intensivo de energia;
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Emissão de gases de efeito estufa;
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Consumo elevado de água;
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Mineração de terras-raras, e;
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Geração de lixo eletrônico.

Fonte: Artigo Os impactos ambientais da computação, publicado na Revista Pesquisa FAPESP (https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-ambientais-da-computacao/)
Diante desse cenário, pesquisadores e empresas vêm buscando alternativas para reduzir essas implicações sem comprometer totalmente o desempenho tecnológico.
Uma das estratégias apontadas pela matéria é a produção de equipamentos energeticamente mais eficientes, além da adoção da computação aproximada, explicada abaixo:
“Consiste em usar técnicas algorítmicas ou hardwares dedicados (usados para uma única função) a fim de obter uma solução menos precisa, porém aceitável, para uma tarefa computacional qualquer. Ao reduzir a carga computacional para resolver certo problema, fornecendo um resultado aproximado, diminui-se o gasto de energia.”
O vídeo relacionado a seguir traz respostas a 5 pontos:
1. Ouso da computação tem impacto no meio ambiente?
2. Programas de IA generativa também causam prejuízos ao planeta?
3. O que é computação sustentável?
4. Como tornar a computação mais sustentável
5. O que podemos fazer para tornar nossos hábitos menos nocivos para o ambiente?
Dê o play e acompanhe:
De que maneira o consumidor enxerga a sustentabilidade?
O ESG é um assunto que vem ganhando destaque, representando um conjunto de práticas corporativas que indicam se uma empresa é socialmente consciente, sustentável e gerenciada de maneira adequada.
E, acompanhando essa crescente preocupação com sustentabilidade, a pesquisa Mapa do consumo sustentável 2026, estudo inédito realizado pela Ilumeo, em parceria com Ecomunica e Weleda, ouviu 760 pessoas no Brasil a fim de compreender o que as pessoas dizem sobre o tema, e como influencia sua decisão de compra.
Os dados revelam um cenário crítico em relação à percepção do público sobre a sustentabilidade corporativa. Mais do que observar discursos e campanhas ambientais, os consumidores estão atentos às atitudes reais das marcas, com desconfiança em relação ao que é comunicado por elas.
Enquanto grande parte das pessoas acredita que as empresas poderiam fazer muito mais pelo meio ambiente, poucos realmente confiam que essas promessas serão de fato cumpridas.
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47,6% afirmaram já terem recomendado para alguém parar de comprar de uma determinada marca por não ser sustentável.
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Apenas 18% das pessoas confiam que empresas cumprem o que prometem sobre sustentabilidade.
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80,5% das pessoas entrevistadas acreditam que as empresas poderiam fazer bem mais para o meio ambiente do que fazem hoje.
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51,4% afirmam o que as empresas falam sobre sustentabilidade não é sempre verdade.
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40,8% dizem que o que as empresas falam sobre sustentabilidade é só para cobrar mais caro.
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36,8% confiam que as empresas estão cumprindo com o que prometem.
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36,3% veem provas do que as empresas realmente fazem sobre sustentabilidade.
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40,9% acreditam no que as empresas falam que fazem sobre o assunto.
As empresas que desejam se fortalecer e construir relações de confiança junto aos seus clientes precisam ir além do discurso, investindo em atitudes sustentáveis reais, transparentes e perceptíveis.
Preparamos um guia de práticas ambientais detalhando 6 ações para incluir no dia a dia da operação, como a avaliação de fornecedores e investir em energia limpa. Confira todos:
Da conscientização à prática sustentável
Nas páginas da PrintWayy nas mídias sociais, viemos destacando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que fazem parte da Agenda 2030 da ONU e reúnem 17 metas para um futuro mais equilibrado, justo e sustentável.
No Dia da Terra (22 de abril), comentamos sobre os ODS 13, 14 e 15 – conectados à preservação do planeta e, na publicação relacionada ao Dia Internacional do Meio Ambiente, que acontece em 06 de junho, destacamos os ODS 6, 7 e 12 – relacionados ao uso responsável dos recursos naturais.
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